Nos últimos dias, venho apresentando dados sobre desigualdade de gênero e violência contra nós mulheres. Nos últimos anos, estatísticas como essas que mostrei têm me impactado de todas as formas: uma avalanche de notícias que me fazem temer por mim, por vocês, pelo nosso presente e nosso futuro. Assim, por mais de um ano venho conversando com a ONU Mulheres na busca de encontrar ferramentas para transformar essas minhas angústias em ação. Além disso, tenho um desejo imenso de poder contribuir com o tão fundamental trabalho da agência. A partir de hoje, eu e a ONU Mulheres juntamos forças para agir naquilo em que acredito: na emancipação e no empoderamento feminino. Quero, juntamente com a ONU e com vocês, trazer à tona, além dos dados terríveis que compartilhei essa semana, ideias e projetos que harmonizam a mulher no mundo. Quero colocar em prática o meu desejo de lutar contra tanta dor e desigualdade ainda vividas pelas mulheres. Obrigada, ONU Mulheres, por me empoderar, me orientar e me fazer compreender mais os dilemas e as soluções para as mulheres no mundo. Com muita honra – muita mesmo – já me considero parte do time. Na foto estou com a Nadine Gusman, representante da ONU Mulheres no Brasil.